La formula EUOUAE

La formula EUOUAE serve per il canto, ma non per ragioni ritmiche quanto piuttosto come aiuto mnemonico alla esecuzione dei toni gregoriani. I toni salmodici gregoriani sono otto (più il tono peregrino, di uso molto particolare e circoscritto, il tono detto in directum e alcuni altri toni di uso molto raro), ciascuno dei quali è caratterizzato da una melodia mediana (da fare all’asterisco del versetto, per chi è pratico della Liturgia delle Ore) che è sempre uguale, mentre la melodia conclusiva, alla fine del versetto, può variare notevolmente, ed è indicata da una lettera dell’alfabeto; per es. l’indicazione 1f significa primo tono, conclusione in fa (il che comporta una specifica melodia della conclusione del versetto); oppure 1g3 significa primo tono, conclusione in sol, con una specifica melodia finale che differisce da quelle g1 e g2, pure terminanti in sol.
Poiché ricordare a memoria i sette toni (ovvero le melodie da fare prima dell’asterisco) è semplice, almeno per chi pratica la salmodia con canto gregoriano, mentre ricordare le numerose melodie finali sarebbe molto complesso, al termine dell’antifona con relativa melodia viene posto il testo EUOUAE, con sopra la melodia della specifica conclusione finale da utilizzare per quel salmo; e così la sua esecuzione è facilitata.

EUOUAE is an abbreviation used in Latin psalters and other liturgical books to show the distribution of syllables in the differentia or variable melodic endings of the standard Psalm tones of Gregorian chant. It derives from the vowels in the words “sæculorum Amen” of the lesser doxology or Gloria Patri, which ends with the phrase In sæcula sæculorum, Amen.

EUOUAE es una regla mnemotécnica que se utilizó en la música de la Edad Media para hacer referencia a la secuencia de tonos en el pasaje “sæculorum Amen” de la doxología menor, Gloria Patri que termina con la frase in sæcula sæculorum, Amen. (por los siglos de los siglos, Amén). En las fuentes de canto llano la differentia, es decir, la fórmula melódica que debe ser cantada al final de cada línea de salmodia, se puede escribir sobre cualquiera de las letras EUOUAE, en representación de la primera y la última vocal de Sæculorum, Amen.

EUOUAE é um mnemônico que era usado em música medieval para denotar a sequência de tons na passagem “sæculorum Amen” da doxologia menor, Gloria Patri, que termina com a frase In sæcula sæculorum, Amen. Em cantochãos, a differentia, isto é, a fórmula melódica a ser cantada no final de cada linha da salmódia cantada, poderia ser escrita com as letras EUOUAE, representando a primeira e a última vogal de “sæculorum Amen“.

EUOUAE est un mnémonique utilisé dans la musique médiévale et le chant grégorien pour représenter la séquence de neumes correspondant au passage «sæculorum, Amen» du Gloria Patri.

Looking to the east / Olhando para o oriente

Mons. James Douglas Conley, bishop of/bispo de Lincoln (Nebraska):

The symbolism of the priest and people facing ad orientem—to the east—is an ancient reminder of the coming of Christ.

More recently, it has become common for the priest and the people to face one another during the Holy Sacrifice of the Mass. The priest stands behind the altar as he consecrates the Eucharist, facing the people.  The people see the face of the priest as he prays, and he sees their faces. These positions can have important symbolism too.  They can remind us that we are a community—one body in Christ. And they can remind us that the Eucharist, at the center of the assembly, should also be at the center of our families, and our lives.

But the symbolism of facing together, and awaiting Christ, is rich, time-honored and important. Especially during Advent, as we await the coming of the Lord, facing the east together—even symbolically facing Christ together at the altar and on the crucifix—is a powerful witness to Christ’s imminent return. Today, at a time when it is easy to forget that Christ is coming—and easy to be complacent in our spiritual lives and in the work of evangelization—we need reminders that Christ will come.

In the ad orientem posture at Mass, the priest is not facing away from the people.  He is with them—among them, and leading them—facing Christ, and waiting for his return.

Article in English here.

O simbolismo do sacerdote e do povo voltados ad orientem – para o oriente – é um antigo lembrete para a vinda de Cristo.
Mais recentemente, tornou-se comum o sacerdote e o povo voltarem-se um para o outro durante o Santo Sacrifício da Missa. O sacerdote fica atrás do altar ao consagrar a Eucaristia, voltado para o povo. O povo vê a face do sacerdote quando ele reza, e ele vê as faces do povo. Estas posições podem ter importante simbolismo também. Elas podem lembrar-nos que somos uma comunidade – um corpo em Cristo. E podem lembrar-nos que a Eucaristia, no centro da assembleia, deveria estar também no centro de nossa famílias, de nossas vidas.
Mas o simbolismo de estar voltados juntos, e esperando por Cristo, é rico, consagrado pelo tempo e importante. Especialmente durante o Advento, ao esperarmos a vinda do Senhor, voltar-se juntos para o oriente – mesmo simbolicamente, voltando-se juntos para Cristo no altar e no crucifixo – é um poderoso testemunho para o iminente retorno de Cristo. Hoje, num tempo em que é fácil esquecer que Cristo está voltando – e fácil sermos complacentes em nossa vida espiritual e na obra da evangelização – precisamos de lembretes de que Cristo retornará.
Na postura ad orientem na Missa, o sacerdote não está de costas para o povo. Ele está com eles – entre eles e guiando-os – voltado para Cristo e aguardando seu retorno.
Artigo em Português aqui.

O que é o Graduale Simplex?

Por Alfredo Votta

O Graduale Simplex foi organizado para que as igrejas possam ter canto gregoriano mesmo que o Graduale Romanum seja difícil demais para seus cantores. Antes, a dificuldade impunha que o Próprio fosse cantado em tons salmódicos ou que a Missa não fosse cantada; agora existe o Graduale Simplex, com melodias mais simples e Próprios que se podem repetir dentro do mesmo tempo litúrgico.

A elaboração desse livro atende a um mandato do Concílio Vaticano II constante de Sacrosanctum Concilium, 117:

117. Procure terminar-se a edição típica dos livros de canto gregoriano; prepare-se uma edição mais crítica dos livros já editados depois da reforma de S. Pio X.
Convirá preparar uma edição com melodias mais simples para uso das igrejas menores.

Com efeito, na capa do livro lemos Graduale Simplex in usum minorum ecclesiarum – repetindo exatamente o texto do documento conciliar.

Numa situação mais próxima da ideal, as catedrais, por exemplo, usariam o Graduale Romanum, e mesmo as grandes paróquias. Entretanto, como o leitor sabe, a situação da Liturgia é diferente, e até mesmo em celebrações do papa na Basílica de São Pedro, em Roma, às vezes se utiliza… o Graduale Simplex!

Artigo completo aqui.

Download Graduale Simplex (PDF).

Articolo sul Graduale Simplex in Italiano.

CD “Cantus Traditionis” – free download

IL CD “I CANTI DELLA TRADIZIONE”
I canti gregoriani più semplici che i fedeli sono invitati a imparare e cantare secondo l’intenzione della costituzione del Concilio Vaticano II sulla Sacra Liturgia.
È possibile scaricare gratuitamente sia il CD che il libretto nell’area download del sito 30 Giorni.

THE CHANTS OF TRADITION
The most simple Gregorian chants that the faithful are invited to learn to sing according to the intention of Vatican Council II’s Constitution on the Sacred Liturgy.
CD and Pdf downloads

LES CHANTS DE LA TRADITION
Les chants grégoriens les plus simples que les fidèles sont invités à apprendre et à chanter conformément aux intentions de la Constitution du Concile Vatican II sur la sainte liturgie.
CD et Pdf Téléchargement

LOS CANTOS DE LA TRADICIÓN
Los cantos gregorianos más sencillos para que los fieles los aprendan y canten, según aconseja la Constitución del Concilio Vaticano II sobre la Sagrada Liturgia.
CD y Pdf área download

DIE GESÄNGE DER TRADITION
Die einfachsten Gregorianischen Gesänge, die die Gläubigen laut Weisung der Konzilskonstitution über die heilige Liturgie lernen und singen sollen.
CD und Pdf downloads

OS CANTOS DA TRADIÇÃO
Os cantos gregorianos mais simples que os fiéis são convidados a aprender e cantar segundo a intenção da Constituição do Concílio Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia.
CD e Pdf área download

Download full zipped CD here or here.

In Officio divino lingua latina clericis servanda est

§1. Iuxta saecularem traditionem ritus latini, in Officio divino lingua latina clericis servanda est, facta tamen Ordinario potestate usum versionis vernaculae ad normam art. 36 confectae concedendi, singulis pro casibus, iis clericis, quibus usus linguae latinae grave impedimentum est quominus Officium debite persolvant.
§2. Monialibus, necnon sodalibus, sive viris non clericis sive mulieribus, Institutorum statuum perfectionis, in Officio divino, etiam in choro celebrando, concedi potest a Superiore competente ut lingua vernacula utantur, dummodo versio approbata sit.
§3. Quivis clericus Officio divino adstrictus, si Officium divinum una cum coetu fidelium, vel cum iis qui sub § 2 recensentur, lingua vernacula celebrat, suae obligationi satisfacit, dummodo textus versionis sit approbatus.

Sacrosanctum Concilium, 101


La lingua dell’ufficio divino

§1. Secondo la secolare tradizione del rito latino, per i chierici sia conservata nell’ufficio divino la lingua latina. L’ordinario tuttavia potrà concedere l’uso della versione in lingua nazionale, composta a norma dell’art. 36, in casi singoli, a quei chierici per i quali l’uso della lingua latina costituisce un grave impedimento alla recita dell’ufficio nel modo dovuto.
§2. Alle monache e ai membri degli istituti di perfezione, sia uomini non chierici che donne, il superiore competente può concedere l’uso della lingua nazionale nell’ufficio divino, anche celebrato in coro, purché la versione sia approvata.
§3. Ogni chierico obbligato all’ufficio divino, che lo recita in lingua nazionale con i fedeli o con quelle persone ricordate al 2, soddisfa al suo obbligo, purché il testo della versione sia approvato.

Sacrosanctum Concilium, 101


§1. In accordance with the centuries-old tradition of the Latin rite, the Latin language is to be retained by clerics in the divine office. But in individual cases the ordinary has the power of granting the use of a vernacular translation to those clerics for whom the use of Latin constitutes a grave obstacle to their praying the office properly. The vernacular version, however, must be one that is drawn up according to the provision of Art. 36.
§2. The competent superior has the power to grant the use of the vernacular in the celebration of the divine office, even in choir, to nuns and to members of institutes dedicated to acquiring perfection, both men who are not clerics and women. The version, however, must be one that is approved.
§3. Any cleric bound to the divine office fulfills his obligation if he prays the office in the vernacular together with a group of the faithful or with those mentioned in 52 above provided that the text of the translation is approved.

Sacrosanctum Concilium, 101


§1. Gemäß jahrhundertealter Überlieferung des lateinischen Ritus sollen die Kleriker beim Stundengebet die lateinische Sprache beibehalten. Jedoch ist der Ordinarius ermächtigt, in einzelnen Fällen jenen Klerikern, für die der Gebrauch der lateinischen Sprache ein ernstes Hindernis für den rechten Vollzug des Stundengebetes bedeutet, die Benützung einer nach Maßgabe von Art. 36 geschaffenen muttersprachlichen Übersetzung zu gestatten.
§2. Der zuständige Obere kann den Chorfrauen sowie den Mitgliedern der Orden und ordensähnlichen Gemeinschaften aller Art, seien es Männer, die nicht Kleriker sind, seien es Frauen, gestatten, daß sie für das Stundengebet auch im Chor die Muttersprache benutzen können, sofern die Übersetzung approbiert ist.
§3. Jeder zum Stundengebet verpflichtete Kleriker, der zusammen mit einer Gruppe von Gläubigen oder mit den in § 2 Genannten das Stundengebet in der Muttersprache feiert, erfüllt seine Pflicht, sofern der Text der Übertragung approbiert ist.

Sacrosanctum Concilium, 101


Uso del latín o de la lengua vernácula

§1. De acuerdo con la tradición secular del rito latino, en el Oficio divino se ha de conservar para los clérigos la lengua latina. Sin embargo, para aquellos clérigos a quienes el uso del latín significa un grave obstáculo en el rezo digno del Oficio, el ordinario puede conceder en cada caso particular el uso de una traducción vernácula según la norma del artículo 36.
§2. El superior competente puede conceder a las monjas y también a los miembros, varones no clérigos o mujeres, de los Institutos de estado de perfección, el uso de la lengua vernácula en el Oficio divino, aun para la recitación coral, con tal que la versión esté aprobada.
§3. Cualquier clérigo que, obligado al Oficio divino, lo celebra en lengua vernácula con un grupo de fieles o con aquellos a quienes se refiere el § 2, satisface su obligación siempre que la traducción esté aprobada.

Sacrosanctum Concilium, 101


Langue

§1. Selon la tradition séculaire du rite latin dans l’office divin, les clercs doivent garder la langue latine; toutefois, pouvoir est donné à l’Ordinaire de concéder l’emploi d’une traduction en langue du pays, composée conformément à l’article 36, pour des cas individuels, aux clercs chez qui l’emploi de la langue latine est un empêchement grave à acquitter l’office divin comme il faut.
§2. Quant aux moniales et aux membres, hommes non clercs ou femmes, des instituts des états de perfection, le supérieur compétent peut leur accorder d’employer la langue du pays dans l’office divin, même pour la célébration chorale, pourvu que la traduction soit approuvée.
§3. Tout clerc astreint à l’office divin, s’il célèbre celui-ci dans la langue du pays, avec un groupe de fidèles ou avec ceux qui sont énumérés au §2, satisfait à son obligation du moment que le texte de la traduction est approuvé.

Sacrosanctum Concilium, 101


Língua

§1. Conforme à tradição secular do rito latino, a língua a usar no Ofício divino é o latim. O Ordinário poderá, contudo, conceder, em casos particulares, aos clérigos para quem o uso da língua latina for um impedimento grave para devidamente recitarem o Ofício, a faculdade de usarem uma tradução em vernáculo, composta segundo a norma do art. 36.
§2. O Superior competente pode conceder às Monjas, como também aos membros dos Institutos de perfeição, não clérigos ou mulheres, o uso do vernáculo no Ofício divino, mesmo na celebração coral, desde que a versão seja aprovada.
§3. Cumprem a sua obrigação de rezar o Ofício divino os clérigos que o recitem em vernáculo com a assembleia dos fiéis ou com aqueles a que se refere o § 2, desde que a tradução seja aprovada.

Sacrosanctum Concilium, 101


日課的語言

一、按照拉丁禮多世紀的傳統,為聖職人員仍應保存拉丁文日課,但為那 些不能用拉丁文妥善履行日課的聖職人員,當權人可以在個別情形下,准予使用按第 節的規定,所作的本地語言的譯文。
二、主管上司可以准許,隱修會修女、其他修會的非聖職人員的會土或修女,在履行日課時,甚至在誦經團內,使用本地語言,只要譯文是經過批准的。
三、任何有責任念日課的聖職人貝,如果同信友會聚一起,或同上文第二項的 人士一起,用本地語言舉行日課,已經算是完成自己的任務,只要譯文是經過批准 的。

Sacrosanctum Concilium, 101


§1. Zgodnie z wiekową tradycją obrządku łacińskiego duchowni winni zachowywać w liturgii godzin język łaciński. Tym jednak duchownym, którym język łaciński stwarza poważną przeszkodę do należytego sprawowania liturgii godzin, ordynariusz może w poszczególnych przypadkach zezwolić na używanie przekładu na język ojczysty, sporządzonego według art. 36.
§2. Kompetentny przełożony może pozwolić na używanie języka ojczystego w liturgii godzin, nawet celebrowanej w chórze, mniszkom i członkom zrzeszeń dążących do doskonałości, tak mężczyznom, którzy nie są duchownymi, jak i kobietom, pod warunkiem, że posługują się zatwierdzonym przekładem.
§3. Każdy duchowny zobowiązany do liturgii godzin, jeśli celebruje ją w języku ojczystym z grupą wiernych albo z tymi, o których była mowa w §2, wypełnia swój obowiązek, byleby tekst przekładu był zatwierdzony.

Sacrosanctum Concilium, 101

Deve a Missa Nova ser celebrada ‘ad orientem’?

Algumas notas sobre a normativa mais recente em matéria de celebração ad orientem e a edificação dos altares.

Note-se que as rúbricas do Missal de Paulo VI pressupõem que o sacerdote esteja ad orientem, e não virado (obrigatoriamente) para o povo. A IGMR concretiza essas rúbricas, que valem ainda hoje, de acordo com a 3.ª edição típica. Nas seguintes partes (a título de exemplo) manda-se que o sacerdote se vire para o povo; a contrario, significa que o sacerdote não estará virado para o povo e, portanto, esteja virado para a abside:
– Na saudação inicial.
– “Orai, irmãos”.
– A seguir à consagração, às palavras “Eis o Cordeiro de Deus”.
– Na comunhão do sacerdote.

João Silveira

Um sacerdote precisa de permissão para celebrar uma missa “ad orientem”?

Não, não é necessária.
Uma permissão implica a existência de uma lei, um regulamento. Um bispo diocesano não pode estabelecer uma lei que contradiza as leis universais da Igreja. A Santa Missa pode ser celebrada na forma versus Deum (“ad orientem”) ou versus populum  (virado para Deus ou virado para o povo, respectivamente) à escolha do sacerdote. De acordo com a lei, permissões não são necessárias.  Na realidade, as rubricas do Missal, lidas apropriadamente,  assumem que o padre está celebrando a missa voltado à Deus, pois indica momentos em que ele se vira ao povo.

Dichiarazione sulla musica sacra

Come musicisti, sacerdoti, studiosi e Cattolici che amano il canto gregoriano e la sacra polifonia, così frequentemente lodata e raccomandata dal Magistero, chiediamo per una riaffermazione di questa eredità insieme con le composizioni sacre moderne in lingua latina o vernacolare che sono anche esse ispirate a questa grande tradizione; e chiediamo passi concreti per promuoverla dovunque, in ogni Chiesa in giro per il mondo, così che tutti i Cattolici possano cantare le lodi di Dio con una voce, una mente, un cuore, una cultura comune che trascende tutte le differenze. Noi chiediamo anche una riaffermazione dell’importanza unica dell’organo a canne per la sacra liturgia, per la singolare capacità che ha di elevare i cuori al Signore e per l’essere perfettamente adatto per sostenere il canto dei cori e delle assemblee.

As musicians, pastors, scholars, and Catholics who love Gregorian chant and sacred polyphony, so frequently praised and recommended by the Magisterium, we ask for a re-affirmation of this heritage alongside modern sacred compositions in Latin or vernacular languages that take their inspiration from this great tradition; and we ask for concrete steps to promote it everywhere, in every church across the globe, so that all Catholics can sing the praises of God with one voice, one mind and heart, one common culture that transcends all their differences. We also ask for a re-affirmation of the unique importance of the pipe organ for the sacred liturgy, because of its singular capacity to elevate hearts to the Lord and its perfect suitability for supporting the singing of choirs and congregations.

En tant que musiciens, pasteurs, chercheurs et Catholiques qui aiment le chant grégorien et la polyphonie sacrée tant de fois l’objet de la louange et de la recommandation de l’Église, nous réclamons une nouvelle affirmation de ce patrimoine aux côtés de compositions sacrées modernes en latin ou en langue vernaculaire s’inspirant de cette grande tradition. Nous réclamons aussi des mesures concrètes pour sa promotion généralisée dans chaque église du globe afin que tous les Catholiques puissent chanter les louanges de Dieu d’une voix, d’un esprit et d’un cœur, d’une culture commune qui transcende toutes leurs différences. Nous réclamons enfin que soit réaffirmée l’importance unique de l’orgue pour la sainte liturgie de par sa capacité singulière à élever les cœurs vers le bon Dieu et sa complémentarité parfaite avec le chant des chœurs et des congrégations.

En nuestra calidad de músicos, pastores, académicos y católicos que amamos el canto gregoriano y la polifonía sagrada, tan frecuentemente alabados y recomendados por el Magisterio, solicitamos que sea reconfirmada esta herencia, así como las composiciones sagradas modernas, en latín o en lengua vernácula, que se inspiran en esta gran tradición, y pedimos que se den pasos concretos para su promoción en todas partes, en todas las iglesias del orbe, de modo que los católicos puedan cantar las alabanzas del Señor con una sola voz, un solo espíritu y un solo corazón, unidos en una cultura que supera todas sus diferencias. También pedimos que se vuelva a confirmar la importancia única del órgano de tubos para la sagrada liturgia debido a su singular capacidad de elevar los corazones hacia el Señor y por su perfecta adecuación para apoyar el canto de los coros y de las asambleas.

Als Musiker, Seelsorger, Wissenschaftler und Katholiken, die den gregorianischen Choral und die liturgische Polyphonie lieben, welche vom kirchlichen Lehramt so oft gelobt und empfohlen worden ist, bitten wir um erneute Bestätigung dieses Erbes neben modernen geistlichen Kompositionen in Latein oder in den Volkssprachen, die ihre Inspiration aus dieser großen Tradition beziehen; wir bitten um konkrete Schritte, um sie überall zu fördern, in jeder einzelnen Kirche auf der ganzen Welt, sodass alle Katholiken weltweit das Lob Gottes mit einer Stimme, eines Sinnes und Herzens, in einer gemeinsamen Kultur singen können, die über all ihre Unterschiedlichkeit hinausgeht. Wir bitten auch um eine erneute Bestätigung der einzigartigen Bedeutung der Pfeifenorgel für die heilige Liturgie, wegen ihrer einzigartigen Fähigkeit, die Herzen zu Gott zu erheben, und ihrer vollkommenen Eignung, den Gesang von Schola, Chören und Gemeinden zu unterstützen.

Como músicos, pastores, e estudiosos católicos, que amam o canto gregoriano e a polifonia
sacra, tão freqüentemente elogiados e recomendados pelo Magistério, nós clamamos por uma reafirmação
dessa herança, juntamente com as composições sacras modernas em latim ou nas línguas vernáculas que
tenham sua inspiração nessa grande tradição; e pedimos passos concretos para promovê-la em toda parte,
em toda Igreja ao redor do mundo, de maneira que todos os católicos possam cantar os louvores de Deus
com uma voz, uma mente e coração, uma cultura comum que transcenda todas as suas diferenças.
Pedimos também uma reafirmação da importância única do órgão de tubos na liturgia sacra, em razão de
sua singular capacidade de elevar os corações ao Senhor e sua perfeita adequação como suporte ao canto
de coros e congregações.

CANTATE DOMINO CANTICUM NOVUM

Which is more traditional: Mass ad orientem or versus populum?

Ever since Cardinal Sarah’s ad orientem endorsement, and subsequent slap down by voices in the Holy See, there is debate on both sides favoring ad orientem celebration of the Holy Mass.

Taylor Marshall

Full article here.

Tradução português: “O que é mais tradicional: Missa ad orientem ou versus populum?“.